Comida Para um Viver Real

2 Reis 4:42-44; Salmo 78:23-29; João 6:24-35; Efésios 4:1-16

Rev. Chrístopher Harbin, Central Baptist Church—Lowesville, VA

02 de agosto de 2009

Comida é uma preocupação básica. Não é um assunto que nos aperta, porém identificamos com as preocupações de outros sobre necessidades físicas. Comumente ignoramos o gráu com que 2/3 do mundo preocupa-se com água e comida. Vivemos cercados por abundáncia: prateleiras de lojas cheiras de mais comida do que será vendida, geladeiras cheias de ítens que estragarão, tornando-se coloridos pelas colónias de hongos. Abusamos de comida enquanto crianças e adultos de nosso país e al redor do mundo dormen hoje à noite com barrigas vazias.

Somo cegos à preocupações desesperadas de tantos quando o nosso suprimento abunde. Pode costar mais do que queremos, mas nossa comida está ao alcance. Ignoramos comida posta à nossa frente para que nossas preferencias ditam o que escolhemos comer. Tal não é o caso para a maioria da população do mundo ou para as multidões no dia de Jesus. Alguns tinham recursos abundantes, mas a maioria vivia de mão a boca, comendo apenas o essencial para sobrevência. Era esse o contexto para as palavras de Jesus sobre pão, comida, e a provisão de Deus.

A audiência de Jesus não olhava a comida como algo certo. Abundância era para os ricos que podiam revelar sua riqueza por jogar os restos se suas festa diárias. Carne era ítem especial, acessível ao povo apenas en dias festivos. Pão era preocupação suficiente para existencia diária.

É de se admirar que Jesús fala de ser pão da vida? Pão era o alimento essencial do povo. Era a comida no qual confiavam para superar o dia. Não era um ítem extra no prato, mas o cerne de quase todo prato. Comumente demais, era o único ingrediente na dieta do povo. Era a comida pela qual se trabalhava o dia nos campos, nas minas de pedra, ou constuindo o palácio do rei. Quando Jesus falava de ser a provisão de Deus, não era dos momentos de bênção extraordinário na vida, era da rotina do viver. Ele não é comida festivo, mas o sustento mais básico do viver.

Eliseu dando de comer a um grupo de 100 pessoas não é milagre tremendo em constraste a Jesus alimentando os 5.000. Era, no entanto, uma declaração tremenda da suficiência de provisão divina pelas necessidades do povo. Sublinhava que enquanto a nação preocupava-se com ter o suficiente para si, ao trazer o seu dízimo e oferta a Deus, Deus era fiel para tornar o pouco em mais do que suficiente. Como disse a velha canção, "Pouco é muit quando Deus está no meio." Esse era a mensagem de Eliseu. Sendo fiel como os poucos recursos à disposição, Deus entraria para fazer a diferença. Não havi por que preocupar-se com suas inquietações sobre comida. Deus supriria suas necessidades.

Paulo convida a viver no reconhecimento de Jesus, tornando-nos dignos do chamado a salvação e intimidade com Deus. Ao mencionar a necessidade de enfocar num viver digno, Paulo menciona Jesus ter descido às partes mais baixas da terra. Mesmo que alguns querem considerar tal como um descenso ao inferno conforme indicações do primeiro século, o vocabulário de Paulo não aporta tal. Ele não diz "abaixo da terra", mas "as partes mais baixas da terra." Ele fala de Deus em Cristo fechandoo circuito de céu e terra—Deus fazendo ponte entre Deus e a humanidade.

Da perspectiva paulina, não é apenas que Jesus é Deus, mas o fato de que Deus escolheu em Cristo a experimentar as difuculdades da vida sem uma abundancia que clama a que pausemos a refletir. O propósito de tudo isto é trazer-nos à reconciliação com Deus. Quando Deus tem vindo a compreender as dificuldades de nossa existencia, somo libertos a servir como ministros de Deus. Somos libertos a viver por muito mais que comida e bênçãos materiais. Somo equiparados a ser mesmo como Cristo Jesus, uma oferta do amor e da provisão de Deus para o mundo.

Somo provistos e equipados em Cristo Jesus com muito mais que apenas pão para sobreviver o dia. Somos chamados a ser o corpo de Cristo no mundo atual. De acordo com tal chamado, somos também equipados por Deus a cumprir o chamado de Cristo. Somos capacitados com a provisão espiritual para cumprir as necessidades do ministério colocados perante nossa presença. Assim como Eliseu alimentou a 100 pessoas com alguns punhados de comida, somos capacitados pela graça de Deus a ministrar além de nossas limitações físicas. Juntos, somo o corpo de Cristo, chamados a viver não por nós mesmos, mas em benefício do corpo inteiro. Devemos primeiro, porém, tirar nossos olhos das preocupações mundanas e enfocar a vontade e interesse de Deus.

Tal era o interesse de Jesus com as multidões que vinham atrás d’ele depois de comer de alguns pães. No buscaban a Jesus para aprender de Deus, mas para satisfazer o rugir de barrigas vazias. Eles queriam seguir a Jesus como saída do trabalho diário e suádo. Queriam uma tarifa livre, não um relacionamento com Deus que os transformaria em ministros da presença e das bênçãos de Deus para o mundo à sua volta.

Jesus se contentou em alimentar o povo no morro. Estava contente em suprir suas necessidades com a suficiencia da provisão divina. Ao mesmo tempo, queria que enfocassem mais do que as pressões econômicas. Queria desviar sua atenção das necessidades materiais a confiar em Deus para suprir suas necessidades ao aceitar a provisão de Deus ao viver de acordo com a vida e ensino de Jesus.

Ao invés de seguir a Jesus por viver de acordo com seu ensino, queriam seguir a Jesus para comer aos seus pés sem que fosse mais necessário trabalhar. Queriam uma escursão grátis, tal para que pudessem seguir com seus próprios interesses, ao invés dos interesses de Deus. Jesus recusou por completo. Ofereceu a provisão de Deus, mas provisão com um propósito. Ofereceu uma transformação de foco, dando liberdade para viver de acordo com um novo propósito, um propósito e relacionamento que alimentaria mais do que uma barriga vazia—alimentaria a alma pela eternidade.

Queriam alimentar de uma mesa de banquete. Jesus queria que suas vidas tivessem significado mais profundo. Pediu à multidão que o segui a virar sua atenção do material à presença e propósito de Deus. Enfocavam coisas que nunca satisfariam. Assim que comessem o suficiente dia após dia, anseariam algo diferente. Murmurariam qual seus antepassados comendo maná no deserto. Jogariam fora o excesso, ignorando sua importancia a um de bariga vazia.

A solução de Jesús era um enfoque novo. Era virar suas mentes de necessidades materiais a enfocar no servir a Deus. Deus continuaria provendo por suas necessidades físicas, mas o foco de suas vidas deveria ser muito mais do que comida que apodrece. Deveria ser em relacionamento com Deus e encontrar nutrição para suas almas.

Comida perdida na geladeira e restos em nossos pratos apontam a uma abundância que não satisfaz. Estamos prontos a enfocar mais do que necessidades físicas para viver na segurança da provisão de Deus? Estamos preparados a levantar nossas preocupações do mundano a servir fielmente a Deus? É apenas no servir a presença de Deus ante outros que realmente aprendemos a viver.

—©2009 Chrístopher B. Harbin

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