Serviço Prumo

2 Samuel 6:1-5, 12b-19; Psalm 24; Amós 7:7-15; Marcos 6:14-29

Rev. Chrístopher Harbin, Central Baptist Church—Lowesville, VA

12 de julho de 2009

George Barna dice "Muitos nomean a Jesus como salvador, mas relativamente poucos tem vidas consistentemente demonstrando que Ele é realmente Senhor de seus corações, mentes e almas."[1] Segue a dizer que se realmente vivermos para fazer a Cristo Senhor, nosso testemunho se tornaria ua realidade compelente. A veracidade de sua segunda conclusão é outro assunto. Ele presume que se vivemos o evangelho como Jesus Cristo o povo viria às igrejas em manadas. Esta é a mensagem de tantos que nos diriam que se simplesmente faríamos evangelismo da forma correta, pregássemos o evangelho verdadeiro, seguíssemos o modelo correto de igreja, teremos successo, transbordando nossos prédios.

Gostaríamos de aceitar tal versão de realidade. Simplesmente não se justifica nas palavras, vida e ensino de Jesus, Paulo, Amós, Elías, Pedro e João Batista. Queremos ouvir que existe um processo ou estratégia símples que nos assegura o sucesso às pontas dos dedos. É a expectativa de nosso alicerce na revolução industrial. É o que aprendemos a creer de nosso conhecimento de jardinagem, mecânica e perspectivas de uma filosofia de iluminismo. Seguindo o procedimento correto, pensamos poder desfrutar dos resultados que desejamos.

Processo, procedimento e o seguir diretrizes estabelecidas é o padrão que nos é entregue. Por que, então só nos serve muito raramente? Por que razão igrejas por todo o país fecham as portas com mais freqüência que igrejas crescem ou se abrem. Muitos tem dito que repetindo o mesmo processo vez trás outra, esperando resultados diferentes é sinal de locura. Contudo, continuamos tão reqüentemente a azoitar cavalos mortos com a esperança de que um dia se moverão por nossa fidelidade em seguir as tradições recebidas. Mas será que as seguimos?

Mais provavelmente, seguimos apenas parte do processo tradicional. Mais comumente, isolamos um ou dois pontos da prática de sermos igreja, negligenciando questões mais importantes. Também esperamos resultados diferentes dos que Deus tem em mente. O nosso ideal é uma instituição prospera, um sistema financeiro bem oleada, um edifício rebentando pelas costuras com povo, actividade e programas. Jesus nunca indicou interesse em edifícios, programas ou instituições financeiramente seguras. Então o que é que Deus deseja para a Igreja?

David foi uma brisa refrescante. Saul tinha chegado num momento crítico na história de Israel, quando o povo anseiava um rei. Estava pronto a construir pela nação uma instituição segura no nome de Iavé. Não era realmente para Iavé, mas usava-se seu nome para avançar a sua própria causa de construir uma liderança visível, definida, e segura. Queria-se um maior grau de segurança e destaque entre os povos. Saul foi o designado para uma posição cabeça e ombros acima do resto, representante do povo perante os seus inimigos. Era símbolo da confiança, prosperidade, e bênção de Deus. Infelizmente, ele não era muito simbólico de dependencia em Iavé.

Saul servia a Iavé em nome, mas logo pensou muito de si mesmo para cumprir a proposta de sua vocação. Pensou-se muito esperar o profeta de Iavé. Pensou muito de si para adorar Iavé em serviço prumo. De contrapartida, David entra em cena na passagem de hoje em humildade, sacrifício e dança diante de Deus. Mical olha com desprezo. O narrador a chama filha de Saul, indicando que alguma atitude e ação dela flui da pessoa de seu pai.

Não foi-lhe suficiente o não participar do culto a Iavé. Ela também olhou com desprezo à devoção e humildade do marido, que se colocava em atitude de auto-humilhação diante de Deus. Daví desfilava e comemorava com dança e sacrifício ante a Arca da Aliança, mas nem todos são incentivados a transformar suas vidas perante Iavé em sinceridade. Sua própria esposa virou-se contra ele, mesmo quando adorava com esmero. Daví realiza os ritos próprios, mas todos não viram a Iavé em fé.

João Baptista foi fiel. Custou-lhe a cabeça numa bandeja. Herodes fez pretensão de servir a Iavé, mas foi apenas show. Gostava de ouvir a John pregar-lhe, mas depois o mandava de volta a sua cela. Queria acesso a Deus, mas também queria Deus numa correia. João teve seguidores, mas não foi suficiente para mantê-lo vivo na prisão de Herodes.

Amós sofreu as mesmos problemas. A Palavra de Deus a e através dele não era o que o povo queria ouvir. Foi chamado a lançar o desafio de uma linha de prumo que medisse a retidão de um muro. Sua mensagem deveriá mostrar a realidade do estado de Israel ante Iavé. Não era uma palavra popular de conforto. Não foi mensagem que se encontrasse a uma list "best-seller". Ele foi dito por aqueles em poder para alterar sua mensagem. Houve ameaças. De pastor em Israel, Iavé o tomou como um porta-voz. Não foi uma questão de escolha própria. Não foi questão de tentar tornar-se popular. Era simplesmente uma resposta submissão e serviço fiel.

Daví compreendeu que servir a Deus em fidelidade não é sinónimo de concursos de popularidade. Compreendeu que ser fiel poderia levar a ameaças sobre sua vida, abuso, sofrimento e morte. Sabia que muitas vezes outros não olhariam gentilmente a sua submissão à vontade de Iavé. Era politicamente sagaz o suficiente para compreender isso. Tinha experiência como o desprazer de Saul. Também via a vida de uma perspectiva que dava equilíbrio a forças organizadas em contra de si.

Não estava tão preocupado com as massas de Israel seguindo sua liderança. Enfocava no seguir a Deus. Se e quando o povo viesse atrás dele, tal seria bom. De qualquer forma, ele foi chamado a serviço fiel e humilde a Iavé. Servir a Iavé tinha sido sobre a questão do confronto com Golias. Tinha sido a questão guiando seus homens contra os filisteus. Tinha sido a questão sobre ao fugir de Saul, recusando a matar Saul por ser Rei ungido de Israel, apesar de Saul buscar o fim da vida de Daví uma e outra vez. Sua preocupação era de prestar uma resposta fiel ao chamado de Deus na sua vida. O seu objectivo foi de viver uma vida em serviço prumo e fiel a Iavé, Deus de Israel.

Barna está certo a certo nível. Uma vida de dedicação e devoção sincera capta nossa atenção e imaginação. Por outro lado, não é o tipo de vida que escolhemos viver por nós mesmos. Estamos muito mais interessados em buscar após outros interesses, entretenimento, riqueza, segurança e lazer. Se vivemos em cometidas fidelidade a Cristo, não é garantia que multidões irão arrebanhar pelas portas do nosso santuário. Tal não é uma expectativa realista. Perde o ponto de fidelidade a Deus.

Não somos chamados a viver o evangelho em fidelidade prumo para crescer uma instituição estável, segura e próspera. Somos chamados a serviço fiel, por ser a medida da fé verdadeira. É responsabilidade dos chamados pelo nome de Jesus Cristo. Se recusarmos o convite de dançar conforme a música perantes nós, são nossas vidas que estão fora de prumo, não daqueles que escarneceríamos.

—©2009 Chrístopher B. Harbin

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1 George Barna. Grow Your Church from the Outside In, Regal: Ventura, CA, 2002, p. 18.


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