|
http://www.theotrek.org/
TheoTrek — A Journey with God in Discipleship | |
|
Os Meios Secretos da Fé Gênesis 1:9-23; Salmo 20; Marcos 4:26-34; 2 Coríntios 5:6-17 Rev. Chrístopher Harbin, Central Baptist Church—Lowesville, VA 14 de junho de 2009 Os aztecas e os maya faziam sacrifícios humanos para chamar o sol de volta de sua peregrinação invernal. Os lakota, egípcios, romanos, gregos y babilónicos todos se envolveram em rituais especiais para chamar our celebrar of retorno do sol. Tinham medo de que o sol ficaria de ferias permanentes or continuaria vagando mais ao extremo polar, condenando a vida na terra. Gênesis pinta um cuadro bem diferente. Aqui, o sol, a lua e as estrelas são objetos no céu, colocados no firmamento para marcar temporadas e estações. Não são entidades controlando as estações por impulso emocional. Gênesis nunca explica como Deus criou, mas estabelece uma premisa teológica bem distinta: Deus tem criado o mundo num sistema de ordem, no qual as estações não são objetos sujeitos ao capricho dos deuses adorados pelas nações. Padrões de estações, noite e dia foram estabelecidos no alicerce da ordem criada por Iavé, muito longe do alcance de tais deuses ou o medo incentivando o seu culto. É de notar que o texto chama o sol e a lua as "duas grandes luzes". São assim negados um senso de personagem, roubados de associações místicas comuns a seu respeito. Deus os colocou em seus lugares, não como seres, mas como estruturas físicas na esfera da criação. Mais do que isso, porém, a terra foi criada fértil, cheia de vida autoreplicante. Deus disenhó plantas e animais a reproduzirem segundo as suas espécies, sem necessidade de qualquer intervenção para trazer fecundidade. Deus criou uma terra fértil. Fertilidade está enraizada no seu DNA, como diríamos hoje. Prácticas de fertilidade do Oriente Médio Antigo y bruxos africanos abusando de albinos são aqui descartados como inúteis. Não há razão para preocupar sobre processos que não entendemos, mas são estabelecidos por Deus. Gênesis não nos diz como, mas nos diz quem colocou tudo em movimento. Como Criador e sustentador da vida, Iavé é o único digno de nosso culto. É a Deus que devemos a nossa reverencia, não a objetos de sua obra. Existe algo desse conceito por trás das palavras de Jesus em Marcos 4. Não precisamos entender como funciona e cresce a fé no silêncio dos becos escondidos de nossas vidas. Precisamos apenas seguir os propósitos da fé e dar nossas vidas por completo aos propósitos d’aquele trazendo crescimento. Sabemos que o grão de mostarda está designada a ser mais que uma sementinha. Sabemos que foi criado a transformar-se numa planta de tamanho a fornecer um ninho para os pássaros que a comeríam. Não precisamos compreender of processo para conhecer o seu propósito. Não precisamos comprender como para aceitar a verdade de seu alvo. É suficiente que a semente aceite o seu propósito. O fazendero não precisa compreender como germina a semente e se torna numa planta frutífera. Algum conhecimento do processo o ajuda a cuidar da planta. Ele a pode isolar de condições adversas. A semente, no entanto, sabe o que fazer por si. Deus assim o disenhou. O fazendeiro pode ajudá-lo no caminho, mas o que realmente importa é a semente cumprindo seu propósito dado por Deus. Faz a sua jornada de semente a planta frutífera, seja que entendemos ou não. Jesus conversou com as multidões em parábolas sobre o reinar de Deus. Não entenderam todas as suas palavras, nem entenderam os discípulos. Tiveram os discípulos a pedirle depois a explicar as parábolas do reino. As multidões foram dadas a provar em figuras, mas teríam que indagar além da superfície das histórias. Os processos do reinar de Deus são comunmente escondidas. São correntezas profundas da graça divina trabalhando fora do ámbito visível. Em nosso mundo moderno ou pós-moderno, nos gostaría ver e medir resultados numa construção cinetífica. Não estaríamos felizes com uma descrição da criação conforme em Gênesis. Não inclue detalhes, números, especificações. Falta detalhes de processo. Falta complexidade. Classificação de estrelas, planetas, cometas e diversificação de espécies são ignoradas sem conceito de precisão. Deus simplesmente anuncia sua vontade, e ela vem a se cumprir. Não há preocupação por como Deus o fez. Não há menção das leis estabelecidas a governar o universo em seus relacionamentos entre espécies, habitats e corpos celestiais. Deus fala. Sua vontade é feita. É o que precisamos saber do processo. O texto não é ciencia. É fé. Não é precisão histórica. É teologia. Não é um mapear preciso das complexidades dos processos y andamentos da física, química y genética. É um vistaço ao caráter do criador no qual somo convocados a confiar. É informação o suficiente. É a parte mais importante da equação. Deus criou. É bom. A criação foi desenhada a apoiar à vida. Deus o tem feito fértil y auto-sustentável. Sim, e a nós foi conferida a responsabilidade de cuidar do que Deus criou. Assim é com a fé e o reinar de Cristo. Queremos desesperadamente medir e quantificar—a definir científicamente os processos pelos quais a fé é nutrida, extendida e passada a outra geração. Hemos aprendido a apontar certos marcadores da saúde e vitalidade espiritual. O trabalho real da fé, porém, não é visível nos marcadores externos que tanto procuramos. É simplesmente aparente no fruto de uma vida, onde vemos os resutados de processos escondidos dos nossos olhos. Não são os programs de uma instituição que fazem a fé crescer nos participantes. É a interação de discípulos que inculcam a fé e devoção por prática e exemplo. Não é a assistencia dos cultos que causa crescimento em Cristo. É o símples ato de confiar em Deus y buscar a vontade de Deus para nossas vidas. Não são os adereços físicos de nossa fé que fazem crentes crescerem. É quando crentes assumem sua responsabilidade ante Deus que a fé cresce no interior, no oculto de nossas vidas. Jesus conversava em parábolas. Existe indicação de que tinha razão para tal. Conhecer o reinar de Deus vem com um preço—o da responsabilidade. Jesus não queria que as multidões entendessem tudo das coisas de Deus. Insistia que buscassem a Deus. Requeria que inventíssem no relacionar com Deus e lutar com questões de fé. O grão de mostarda deve lidar com terra, pedra, vento, chuva e sol. Deve cumprir com o seu propósito ao dar frente a um gráu de adversidade com esforço. Somente então terá força e saúde suficiente. O crescimento acontece no oculto—é interno. Trabalha nas regiões escondidas de nossas vidas. A fé é um dos aspectos da vida impossível de se medir. Não se pode definir seu cumprimento, peso,ou submeter sua essencia no laboratório. A fé produz, não obstante, efeitos que se pode perceber. A fé cumpre um propósito. Gera fruto. Muda a forma do nosso relacionar. Chama outros a juntar-se na vida de paz que temos com Deus em meio as tempestades da vida. Impacta outras vidas em desafio a buscar a Deus e a vontade de Deus acima de tudo. Estamos prontos a seguir o exemplo dos discípulos em buscar os propósitos internos da fé? Tal vida não nos garante todas as respostas que poderíamos desejar. Nos chama a confiar, busca e dar nossas vidas ao assumir responsabilidade de cumprir o desejo de Deus como servos do Altíssimo. O sol retornará. As estações continuarão. A variável real é como nós responderemos aos propósitos da fé postas em nossa frente. Os meios ocultos da fé serão reveladas no fruto de nossas vidas? —©2009 Chrístopher B. Harbin | |
|
| |