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Carolyn Goodman Plampinhttp://home.netcom.com/~cplampin/

Série - Lições sobre Mulheres Cristãs
Revisado 23 de fevereiro de 2007
Baptist Women in Ministry (Mulheres Batistas no Ministério)
c/o The McAfee School of Theology
3001 Mercer University Drive
Atlanta, GA 30341
011-678-547-6475
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Enviar correio eletrônico para BWIM (bwim@hotmail.com)
Autores
Dr. James A. and Beverly Cain Brooks
Ele-PhD Princeton Theological Seminary, D.Phil Oxford University
Ela-Mestrado de Divindade (Teologia), Southwestern Baptist Theological Seminary, Fort Worth, TX
Ele-Era professor de Novo Testamento e Grego,
Southwestern Baptist Theological Seminary, Fort Wort, TX
Ela-Era Diretora de Estudantes Internacionais,
Southwestern Baptist Theological Seminary, Fort Worth, TX
Ele-Professor Emérito de Novo Testamento e Grego, Bethel Theological Seminary
(Baptist General Conference), St. Paul, MN
Ela-Era Diretora Auxiliar de Prática na Igreja,
Bethel Theological Seminary, St. Paul, MN
Ela-Ordenada diaconisa em Western Hills Baptist Church, Fort Worth, TX
Anciã em Calvary Baptist Church, Rosevilla, MN.
Enviar correio eletrônico a:
Dr. James A. Brooks (JAB1908@aol.com)
I. O Uso da Palavra Ordenação
II. A Imposição das Mãos
III. A Questão das Mulheres Falar na Igreja
IV. A Questão de Permanência
V. Exemplos de Mulheres em Ministério
É duvidoso que o substantivo 'ordenação' ou o verbo 'ordenar" sejam usados no Novo Testamento em referência a colocar à parte para o ministério cristão. A Versão do Rei Tiago (KJV=King James Version) usa o verbo em Marcos 3:14, João 15:16, Atos 1:22, 14:23, 1 Tm. 2:7, e Tito 1:5, mas a maior parte das traduções recentes até incluindo a Nova Versão do Rei Tiago (NKJV=New King James Version) empregam "indicado" na maior parte destas passagens. Em cada instante a referência significa a seleção ou escolha em vez de uma cerimônia. A Nova Versão Revisada Padrão (NRSV=New Revised Standard Version) tem "Não ordene qualquer um com pressa" em 1 Tim. 5:22, mas isto é uma interpretação e não uma tradução porque, como indicado na margem, o texto grego lê: "Não imponha as mãos em qualquer um com pressa". Certamente não há nenhuma ordem para ordenar qualquer um ou qualquer instrução por fazê-la.
A única maneira de achar a ordenação no Novo Testamento é a identificar com a imposição das mãos. Precisa-se reconhecer, entretanto, que mãos eram impostas por várias razões: uma benção (Mat. 19:13, 15; Marcos 10:16), curar (Mat. 9:18; Marcos 5:23; 6:5; 7:32; 8:23, 25; Lucas 4:40, 13:13, Atos 9:12, 17; 28:8, e a recepção do Espírito Santo (Atos 8:17-19; 19:6).
As seguintes passagens poderiam se referir a que hoje é chamada ordenação. Atos 6:6 sem dúvida se refereu ao separar para o ministério, mas se refere aos primeiros diáconos ou a um grupo especial que semelhante aos apóstolos, não teve sucessores, é muito disputido. A palavra 'diácono' (diakonos) não está usada na passagem, mas o verbo cognato (diakoneo = serviço, ministério), se encontram em versículos 1 e 4 respectivamente. Os Sete desempenharam as tarefas dos diáconos mais tarde. Se ou não estes fossem os primeiros diáconos, parece que eles eram "ordenados" por uma tarefa determinada, não para o ministério durante a vida toda. Da mesma maneira em Atos 13:3 a imposição das mãos sobre Saulo e Barnabé foi para uma missão em particular e não para um ministério durante a vida toda. Ambos já tinham ministrado por vários anos.
As outras passagens da imposição das mãos não estão tão claros. 1 Tm. 4:14 está interpretada pela maioria a se referir à ordenação ao ministério, embora alguns poucos a localizam ao batismo de Timóteo. 1 Tm. 5:22 podia se referir à imposição das mãos ao batismo, ou à restauração à confraternização uma apóstata arrependida, ou à ordenação ao ministério. O contexto é sobre a disciplina de anciaõs. Não é provável, entretanto, que Paulo estivesse pensando num culto em que um ancião inconstante fosse restaurado, e portanto é provável que ele está avisando Timóteo a ser ponderado em ordenar anciaõs de modo a evitar problemas de disciplina mais tarde. 2 Tm. 1:6 também provavelmente se refere à ordenação em vez ao batismo porque está quase que certo que Timóteo já tinha sido batizado antes de Paul voltar à Lystra na sua segunda jornada missionária e o acrescido ao seu time. Hebreus 6:2 é muito obscuro e pode se referir a um rito judeu em vez do que a um cristão.
Esta secção pode ser resumida por dizer que o Novo Testamento não menciona claramente a ordenação mas que provavelmente se refere indiretamente em duas certas e três prováveis referências à imposição das mãos. As duas passagens de Atos quase que certamente se referem à indicação para um ministério em particular e não a uma vida de ministério, as passagens nas cartas a Timóteo não dizem nada a respeito de duração. Portanto, o assunto não é a ordenação de mulheres. Porquanto como o Novo Testamente não manda a ordenação de ninguem, não proibe a ordenação de ninguem.
O verdadeiro assunto é se mulheres podem falar na assembléia pública ou o culto. Outra vez a evidência não está tão claro como cristãos contemporâneos gostariam que fosse. Há uma passagem que supõe que mulheres poderão falar e que elas falarão. Está em 1 Cor. 11:5. Se Paulo fizesse objeção às mulheres orar em publico e profetizar/pregar[1] em público, ele certamente nunca teria se ocupado com se ou não a suas cabeças fossem cobertas! Há mais duas passagens no Novo Testamento que sugerem aprovação de mulheres profetisas. Lucas 2:36 descreve Ana como uma profetisa judia. Claro que aprovação de uma profetisa judea não necessáriamente implica na aprovação de profetisas cristãs, mas a referência ainda é significativa porque mulheres tem um papel muito menor no Judaismo do que na Igreja Primitiva. Então Atos 21:9 indica que Filipe, um dos Sete de Atos 6, teve quatro filhas virgens que eram presumivelmente profetisas cristãs. Parece além dúvida portanto que responsável líderes cristãs como Paulo e Filipe aprovaram de mulheres falar sob a inspiração direta do Espírito Santo como profetisas. O princípio da lógica de argumentar do maior para o menor sugere fortemente que elas podem.
Há mais duas passagens, entretanto, que parecem proibir mulheres de pregar e ensinar em públoico. Estas são 1 Cor. 14:33-35 e 1 Tm. 2:11-15. Alguns têm argumentado que a primeira passagem é uma interpolação não paulina inserida mais tarde por um escriba "machista" e portanto não é uma parte legítima da Bíblia. É a verdade que alguns poucos manuscritos antigos colocam os versículos 34-35 depois do versículo 40, mas nenhum omite a passagen. Devem ser aceitas como autênticas. Então precisam ser harmonizadaa com 1 Cor. 11:5. É inconcebível que Paulo tivesse se contradito no mesmo escrito. Só se pode concluir que em algumas situações Paulo não teve objeções às mulheres pregar em público mas em outras teve, ou que em teoria ele não teve objeções mas na prátia ele pensou algumas limitações fossem necessárias. Talvez ele fez distinção entre pregar sob inspiração e falar sem tal inspiração.
Por que as limitações talvez fossem necessárias em Corinto? Pode ser que Paulo não quissesse que as mulheres cristãs fossem associadas na mente popular com as prostitutas sagradas que estavam tão destacadas no culto de Afrodite em Corinto. Em outras situações onde não haveria tal associação, ele talvez não tivesse quaisquer reservações. É também muito possível que 1 Cor. 14:33-35 não se refere à pregação do evangelho mas às mulheres interrompendo e perturbando o culto por fazer perguntas aos seus maridos. Note especialmente o versículo 35.
Comentários semelhantes poderão ser feitas sobre 1 Tm. 2:11-15. Talvez houvesse alguma situação na igreja em Éfeso (ver 1:3) que necessitava limitações sobre o papel das mulheres no ensino. Não existe bastante informação para saber com certeza o que foi, mas há várias possibilidades. Pode ser que pressão forte fosse aplicada pelos judeus porcausa da exclusão de mulheres de qualquer papel público nas sinagogas deles. Se a igreja efesiana fosse continuar a ganhar judeus, as mulheres não poderiam ser involvidas no ensino. Outra possibilidade é que Paulo não queria que a igreja fosse associada com o gnosticismo emergente onde mulheres tiveram um grande papel. As Epístolas Pastorais estavam escritas em parte para opôr esta heresia. Outra possibilidade também involvendo o gnosticismo é que mulheres tinha provado ser mais vulneráveis à heresia do que os homens (ver 2 Tm. 3:6). A razão provável é que elas tinha pouca instrução e pouco experiência fora do lar. Talvez a razão mais provável é que sacerdotisas tiveram um grande papel no culto da Artemisa, deusa da fertilidade, em Éfeso, e Paulo não queria que ninguem pensasse que as mulheres cristãs tivessem um semelhante papel imoral na igreja. (Atos 19 indica que Éfeso foi famoso pelo templo de Artemisa. Foi uma das "sete maravilhas" do mundo antigo.) Note a preocupação de Paulo pela reputação do Cristiasmo em Tito 2:5. Nenhum dos motivos que talvez fossem fatores em Éfeso no primeiro século são considerações na sociedade moderna ocidental, e portanto a proibição que se aplicava a Éfeso pode não estar ainda em vigor.
Há também duas passagens semelhantes que não dizem nada sobre falar mas que alguns citam como proibições de mulheres ocuparem posições de liderança. 1 Tim. 3:2 e 12 dizem que um bispo ou diretor e um diácono precisam ser o marido de uma só mulher. Claro nenhuma mulher pode ser marido de uma só mulher. Tudo que estes versículos fazem, entretanto, é refletir o fato que a maior parte dos líderes na Igreja Primitiva eram homens -- pelas razões já dadas. Claro se os versículos podem ser usados para desqualificar mulheres do ministério, eles precisam também desqualificar homens solteiros ou viúvos.

Precisa-se perceber que há muitas coisas na Bíblia que nunca foram tencionados para serem permanentes -- coisas que eram condicionado social and temporalmente. Uma já tem sido mencionada: cobrir a cabeça e/ou colocar veu no rosto de mulheres. 1 Tm. 2:9 proibe o trançar o cabelo e usar jóias e roupas caras, mas poucos que exigem o silêncio de mulheres hoje acreditam que deverá fazer cumprir este versículo. 1 Tm. 5:3-16 dão direções para uma Ordem de Viúvas, mas ninguem diz que igrejas modernas deverão ter tal grupo. 1 Tm. 6:1-2 ordena escravos cristãos a serem obedientes aos seus mestres, mas ninguem hoje iria citar esta passagem para justificar escravidão.
Claro que o fato de que algumas coisas nunca foram tencionadas a ser permanentes não prova que as limitações sobre mulheres em ministério não são permanentes. Cristãos contemporâneos precisam pesar muitos fatores em tentar decidir se as ordens de silêncio que se aplicaram ao Coríntio e Éfeso ainda estão em vigor hoje. Uma certamente é Gal. 3:28. Todos concordam que significa que a salvação está disponível em condições iguais para Judeus e Gentios, escravos e livres, e homens e mulheres. Será que vai mais longe? Certamente foi a intenção de Deus que as distinções sociais e de papeis entre Judeu e Gentio e entre escravos e livres deverão desaparecer gradualmente. Porque os Cristãos modernos não deverão concluir que também foi a intenção de Deus que tais distinções entre homens and mulheres não devem existir na igreja e na sociedade? Como é que pode haver nenhuma distinção, como é que pode haver igualdade, como é que pode haver unidade em Cristo enquanto as mulheres são impedidas do ministério de pregar e ensinar?

Uma outra consideração em tentar decidir o absolutismo e permanência das passagens sobre "silêncio" é o papel que mulheres realmente desempenharam nas igrejas apostólicas -- além de profetisar que já foi tratada. Elas ocuparam qualquer cargo oficial, aquele de diácono ou pastora? Elas estavam empenhadas em o que hoje seria chamado ministério? Elas lideraram e tiveram autoridade?
Em Rom. 16:1 Paulo recomenda Febe, uma mulher diakonos da igreja em Cencréia perto de Coríntio. A palavra portuguêsa 'diácono' é simplesmente uma transliteração da palavra grega diakonos. No Novo Testamento é usada tanto num sentido técnico para referir ao ofício de diácono e num sentido não técnico para referir a qualquer servo ou ministro. Todos os léxicos concordam que a palavra pode ser masculina ou feminina. Não se pode ter a certeza do sentido em Rom. 16:1 -- assim as traduções diferentes -- mas visto que Febe é descrita como uma mulher diakonos de uma determinada igreja em vez de do Cristo, parece provável que ela ocupava um cargo oficial naquela igreja, que ela foi uma mulher diácono no sentido técnico. Em versículo 2 ela é dita a ser uma prostatis de muitos. A palavra, que aparece somente aqui no Novo Testamento, é geralmente traduzido 'amparo' mas pode significar mais do que aquilo. O verbo cognato proistémi significa semelhantemente 'ser preocupado sobre, cuidar, dar auxílio', mas também muitas vezes significa 'ser a cabeça de, governar, dirigir'. Paulo pode ter escolhido prostatis de modo a indicar que Febe ocupava um cargo na igreja que involvia liderança.
1 Tm. 3:11 pode fornecer evidência adicional que mulheres serviam como mulheres diáconos na Igreja Primitiva. Versículos 8-13 dão as qualificações de diáconos. Versículo 11 dá as qualificações de gunaikes. A palavra grega pode significar 'mulher' ou 'esposa'. Obviamente a referência não é sobre mulheres ou esposas em geral. É ou sobre mulheres que serviam como mulheres diáconos ou sobre as esposas de diáconos. O argumento principal à favor de esposas é que o discurso das qualificações dos diáconos continua em versículos 12-13. Contra este argumento, entretanto, é a ausência do pronome 'seus' e a ausência de qualquer referência às qualificações das esposas dos bispos ou diretores. À favor do argumento da mulher diácono é o uso da frase adverbial "da mesma sorte" em versículos 8 e 11. Da mesma forma como os diáconos (um grupo) precisam ter qualificações similares às dos bispos (outro grupo), da mesma sorte as mulheres diáconos (outro grupo) precisam ter qualificações similares aos diáconos. Por alguma razão que não fica claro, Paulo queria distingir entre diáconos e mulheres diáconos. Por esta razão ele não podia usar a palavra diakonos em se referir às ultimas, porque, como foi mencionada acima, a palavra pode ser masculina ou feminina. Portanto ele usou a palavra 'mulheres', que no contexto presente obviamente significa 'mulheres diáconos' ou 'diaconisas'.
Em Rom. 16:3 Paulo descreve Prisca e Áquila como seus cooperadores em Cristo. Parece que Prisca desempenhou o mesmo ministério como Áquila e que os dois desempenharam o mesmo ministério como Paulo. Quanto a mulheres ensinando homens, Atos 18:26 indica que ambos Priscila (a Prisca dos Epístolas) e Áquila ensinaram Apolo. Não está sem significado que em quatro das seis passagens onde o casal está mencionado, Priscila/Prisca está mencionada em primeiro lugar. A implicação é que ela foi a mais destacada dos dois.
Em Rom. 16:6 uma certa Maria é descrita como uma que muito trabalhou pela igreja romana. Em versículo 12 três outras mulheres -- Trifena, Trifosa e Pérside -- são descritas da mesma maneira. Não está provável que o apóstolo estivesse falando sobre costurar, lavar o chão ou preparar refeições. Em 1 Tm. 5:17 ele elogio os anciãos que labutam na pregação e no ensino. Visto que ele usa a mesma palavra em todas as três passagens, será que seja não razoável assumir que as quatro mulheres em Roman também labutaram no ministério formal que talvez involvesse pregar e ensinar? Há mais algo em 1 Tm. 5:17. Paulo também elogia os anciaõs que governam bem. Ele usa o verbo proistémi que foi mencionado acima porque esclarece o prostatis da Febe.
Em Filipenses 4:3 Paulo escreveu que Evódia e Síntique trabalharam com ele e com Clemente e com os outros seus cooperadores. Em 2 Cor. 8:23 Tito é descrito como companheiro e cooperador. Parece não haver diferência básica no ministério destes cooperadores femininos e masculinos ou em aqueles de Paulo e seus companheiros e cooperadores.
1 Tm. 5:3-16 dão direções para fazer uma lista oficial de viúvas. Embora o texto não seja claro a respeito do caso, a maior parte do teólogos pensam que elas constituiram uma ordem oficial que em troca de sustento pela igreja desempenharam vários serviços. Não há sugestão, entretanto, que elas pregaram ou ensinaram ou ocuparam cargos de liderança na igreja. Portanto a passagem não está revelante ao assunto deste artigo. Alguns pensam que o mesmo grupo é tratado em Atos 6:1 e 9:39, mas isto é muito duvidoso. O mesmo é verdadeiro sobre as viúvas em 1 Cor. 7:8.
Para ser objetivo precisa-se mencionar também a "Jezabel" de Apoc. 2:20 que foi uma profetisa falsa e ensinou a igreja em Tiatira a se entregarem à imoralidade e idolatria. Só precisa ser dita que ela é condenada não porque ela foi uma mulher mas porque ela foi uma professora falsa.
Certamente há muito mais referências no Novo Testamento a homens em ministério do que a mulheres em ministério, mas considerando a situação cultural isto não é de admirar. A coisa admirável é que há referência sequer às ministras. O fato que há um número moderado indica de que desde o começo o Cristianismo reconheceu um papel legítimo de mulheres em ministério. Aquele ideal não podia ser realizado naquela época, e ainda não tem sido realizado. Entretanto, progresso tem sido feito, e a época agora chegou para a igreja completar a realização daquele ideal.
[1] A tarefa principal dos profetas cristaõs foi proclamar a mensagem diretamente inspirada por Deus e seu Espírito. Estas mensagens eram inspiradas de uma maneira que nenhum sermão moderno esteja. Elas eram inspiradas em mais ou menos da maneira em que a Bíblia está. Até os livros do Novo Testamento serem escritas, colecionados, e tornados disponíveis às igreja, e reconhecidos como Escritura, havia uma necessidade por tais mensagens autoritárias. Uma vez que o Novo Testamento saiu, a profecia cristã diminuiu. A coisa importante para notar para o propósito presente, entretanto, é que Paulo pressupõe que mulheres podiam, deviam, e fariam a profecia/pregação em público.
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